Bem vindos

Bem vindos ao nosso blog!

Neste blog poderão encontrar as nossas imagens preferidas e também alguns desenhos feitos por nós. Também poderão encontrar vídeos, músicas, e links para os nossos sites preferidos, bem como textos e as nossas citações favoritas. Enfim, tudo aquilo que faz de nós migofs...!

Esperamos que gostem e que comentem,

Inês e Matilde


Stephenie Meyer e a saga «Luz e Escuridão»

Em Fevereiro e Março vamos dedicar o nosso blog a Stephenie Meyer e, mais propriamente, à saga «Luz e Escuridão», a melhor saga romântica de todos os tempos...!
Quem já leu estes livros não lhes ficou indiferente, e nós juntámo-nos ao vasto número de fãs desta colecção. É por isso que, no nosso blog, poderão encontrar tudo o que acharmos sobre a autora, os livros e o filme, em gravação, do primeiro livro, Crepúsculo.

Não percam e não deixem de comentar!

Lady Of Sorrows e Miss Broken Heart

domingo, 18 de maio de 2008

Lançamento do eclipse!


Finalmente!!!

Descobrimos hoje que o Eclipse sai amanhã, dia 19! Não podíamos estar mais entusiasmadas!!!


Divirtam-se e devorem-no : )


Matilde e Inês

sábado, 23 de fevereiro de 2008

O Rapaz Múmia


Não era róseo e suave
com um umbigo arredondado;
era rijo e todo oco,
um rapaz mumificado.
"Diga-nos Doutor, por favor,
oque é qu está na base
do nosso rebento de amor
ser um novelo de gaze?"
"A resposta à vossa pergunta
jaz sepultada no pó:
o vosso filho é o resultado
da praga de um faraó."
Marido e mulher discutiram
aquela situação ilógica,
chamando-lhe "enjeitado
de uma expedição arqueológica."
Pensaram numa explicação
científica e cabal,
mas concluíram que não passava
de reencarnação sobrenatural.
Com os outros garotos
só brincou duas vezes:
a um antigo ritual
de sacrifício virginal
(Mas os outros miúdos fugiram chamando-lhe anormal.)
Sozinho e rejeitado,
o Rapaz Múmia chorou
e depois, esfomeado,
na cozinha entrou.
Limpou os olhos molhados com as mangas mumificadas
e sentou-se frente a uma taça de folhas secas cristalizadas.
Num dia escuro e sombrio,
surgido do nevoeiro,
apareceu-lhe um cachorro múmia
assaz e prazenteiro.
Tratou do bicho de estimação
com muita amabilidade.
Construi-lhe uma casota
digna da antiguidade.
Já fazia escuro,
estava o diano fim;
o Rapaz Múmia levou o cão
a passear no jardim.
O jardim estava vazio,
sem contar com um esquilo
e um grupo de mexicanos
numa grande festa de anos.
Os rapazes e as raparigas corriam num tropel,
mas repararam naquela coisa tipo pasta de papel.
"Olhem, é uma piñata",
disseram todos contentes,
"vamos rachá-la ao meio
para vermos os presentes."
Pegaram num bastão
para lhe abrir a cabeça.
O Rapaz Múmia caiu
enfim, morto no chão.
Dentro da sua cabeça
não havia nem presentes;
só umas quantas baratas
de tamanhos diferentes.

Elenco Oficial de "Crepúsculo"

No site oficial de Stephenie Meyer e noutros tantos fansites da saga "Luz e Escuridão" já estão disponíveis os nomes de alguns dos actores que vão fazer parte do filme "Crepúsculo". Na nossa opinião, as escolhas são um bocado desapontantes, mas também sabíamos que o nosso "elenco perfeito" seria impossível.

Assim sendo, os actores escolhidos para representar o papel de Bella e Edward são, respectivamente, Kristen Stewart e Robert Pattinson.





















A família Cullen é a seguinte: Peter Facinelli como Carlisle, Elizabeth Reaser como Esme, Jackson Rathbone como Jasper, Nikki Reed como Rosalie, Ashley Greene como Alice and Kellan Lutz como Emmett.

Elenco Perfeito

Este é o nosso elenco perfeito para o filme a estrear "Crepúsculo". Esta é apenas a nossa opinião, sabemos que o elenco já está praticamente definido e este não corresponde às nossas escolhas, como o previsto! Esperemos que gostem e comentem!
Música usada: The Sharpest Lives - My Chemical Romance

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Lançamento do «Eclipse»

O lançamento do terceiro livro desta saga, tão aguardado por nós, estava previsto para dia 14 de Fevereiro. Mas, segundo o blog http://crepusculo.blogs.sapo.pt/ e para prolongar a nossa sofrida espera, o livro traduzido só vai estar disponível em Maio deste ano!

Os motivos deste adiamento são: «Dada a extensão do livro e o momento em que a editora estrangeira (Little Brown) nos disponibilizou os exemplares para tradução (“de peso” são 628 páginas!!!), achámos mais sensato adiar o lançamento em prol de um trabalho com a qualidade que os nossos leitores merecem. O lançamento do terceiro livro da Stephenie Meyer passa para Maio de 2008.»


Até lá aguardamos insaciavelmente...



Tim Burton (Janeiro)

Este mês (Janeiro) vamos dedicar o nosso blog inteiramente a Tim Burton, o nosso realizador de cinema preferido.Nós admiramos muito a sua originalidade um tanto sombria e a sua inspiração no ambiente criado por Poe (um escritor que gostamos muito), adorámos todos os filmes dele que vimos (principalmente "A Noiva Cadáver" e "The Nightmare Before Christmas") e o facto de ele fazer filmes de animação que não são propriamente para crianças!Tínhamos de dedicar-lhe um mês e escolhemos Janeiro porque é neste mês, dia 31, que estreia o seu mais recente filme (com Jonny Depp incluído) "Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street".Se tmb gostam de Tim Burton ou mm se n gostarem, n deixem de comentar!

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Ensaios sobre a Juventude - Sobre o Amor

É melhor ser o amante ou o amado? Nenhuma das coisas, se o colestrol passar dos seiscentos. Quando me refiro ao amor refiro-me, evidentemente, ao amor romântico - ao amor entre homem e mulher, e não ao amor entre mãe e filho, ou entre rapazinho e seu cão, ou entre dois criados de mesa.
O que é maravilhoso é que quando se está apaixonado se sente o impulso para cantar. Deve-se resistir a isso com todas as forças, e deve-se também ter o cuidado de evitar que o macho ardente "recite" as letras das canções. Ser-se amado é, evidentemente, diferente de se ser admirado, pois pode-se ser admirado à distância, mas para amar alguém veradeiramnte é preciso estar no mesmo quarto que a outra pessoa, agachado atrás das cortinas.
Para se ser um amante verdadeiramente bom tem de se ser simultaneamente terno e forte. Forte até que ponto? Suponho que chega ser-se capaz de levantar cerca de vinte quilos. É preciso não esquecer também que para o amante a amada é sempre a coisa mais bela que se pode imaginar, mesmo que um estranho não a possa distinguir de um qualquer variedade de salmonídeos. A beleza está nos olhos do espectador. Se o espectador tiver falta de vista, pode perguntar à pessoa que estiver mais perto quais as raparigas mais giras. (Na verdade, as mais giras são na maior parte das vezes as mais chatas, e é por isso que algumas pessoas achamque Deus não existe.)
"As alegrias do amor são breves" cantou o trovador, "mas as penas do amor são eternas." Isto quase chegou a ser uma cançaõ de êxito popular, mas a melodia era demasido parecida com I'm a Yankee Doodle Dandy.
in Sem Penas, por Woody Allen

sábado, 9 de fevereiro de 2008

A noiva cadárver, de Tim Burton


«Numa pequena vila vitoriana, reprimida e melancólica, no século XIX, prepara-se o casamento de dois jovens tímidos que ainda nem se conhecem. Victor (voz de Johnny Depp) é filho de Nell e William Dort, um casal que enriqueceu com a indústria das conservas de peixe e aspira a ascender, apesar da sua falta de classe, à alta sociedade. Victoria (voz de Emily Watson) é filha de Mandeline e Finis Everglot, aristocratas de boas famílias, cheios de classe, bom nome e posição social, mas sem um tusto. Para contentar ambos os casais, os Dort e os Everglot resolvem casar Victor e Victoria. E apesar da timidez e contra todas as expectativas, Victor e Victoria apaixonam-se. Mas no ensaio do casamento, Victor atrapalha-se durante os votos e o padre manda-o decorar o texto. Victor embrenha-se então na floresta enquanto vai ensaiando os votos e quando já sabe tudo de cor enfia a aliança numa raiz de árvore. É então que uma bela noiva cadáver (voz de Helena Bonham-Carter) assassinada surge da terra para reclamar o seu noivo e arrasta Victor para a Terra dos Mortos. No entanto, apesar dos mortos serem bem mais divertidos e animados que os vivos, Victor só pensa em fugir da Terra dos Mortos e voltar para os braços da sua noiva Victoria.»


Nightmare Before Christmas, de Tim Burton




Resumo do filme:

O filme retrata a história de Jack Skellington, o "Rei Abóbora" da Cidade do Halloween, uma cidade onde todos os moradores passam o ano a preparar o Dia das Bruxas, dia este em que têm a função de assustar os humanos. Apesar do sucesso profissional, Jack lamenta-se da sua vida rotineira e monótona e sente falta de algo mais. Depois de mais um dia de Halloween, ele entra numa floresta onde todas as árvores são portas para reinos que servem a alguma festividade dos humanos, e entra na porta que conduz ao reino do Natal. Impressionado com tanta beleza e bondade e feliz por finalmente ter encontrado a sua oportunidade de mudar a sua vida, ele faz um plano para raptar o Pai Natal e fazer um Natal a seu gosto com a ajuda dos habitantes da cidade de Halloween. Mas, na cidade onde Jack mora, existe quem se oponha ao plano. Jack nunca desite de fazer o seu Natal, acabando por resultar num fiasco com todo o mundo dos humanos a pensar que Jack é um criminoso que roubou o Natal às crianças, tornando-o em algo assutador. Jack acaba por voltar à sua terra e solucionar o Natal com a ajuda do Pai Natal.



Elenco principal (dobragem original)


Danny Elfman .... Jack Skellington (a cantar) / Barrel / Palhaço com lágrima na face (a falar)
Chris Sarandon .... Jack Skellington (a falar)
Catherine O'Hara .... Sally / Shock (a falar)
William Hickey .... Dr. Finkelstein (a falar)
Glenn Shadix .... Prefeito (a falar)
Paul Reubens .... Lock (a falar)
Ken Page .... Oogie Boogie (a falar)
Edward Ivory .... Papai Noel (a falar)
Susan McBride .... Big Witch (a falar)



Prémios e nomeações:


Oscar 1994 (EUA)
Nomeado para a categoria de melhores efeitos especiais. O vencedor foi Jurassic Park.


Prémio Saturno 1994 (Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, EUA)
Venceu nas categorias de melhor filme de fantasia e melhor música.
Nomeado para as categorias de melhor director e melhores efeitos especiais.


Globo de Ouro 1994 (EUA)
Nomeado para a categoria de melhor banda sonora original - cinema.



Curiosidades


- Este filme marcou a carreira do cineasta Tim Burton; depois de Vincent, uma curta-metragem monocramática, desta vez em cores.
- É vagamente baseado em uma série de desenhos e num poema de Burton, que trabalhou no filme como co-produtor.
- Tim Burton não dirigiu o filme, como muitos pensam, apesar de ter participado activamente no projecto.
- Foi a primeiro longa-metragem feito com a técnica de animação stop-motion (bonecos fotografados quadro a quadro), levando mais de dois anos para ser produzido.
- O filme foi lançado pela Touchstone Pictures, um estúdio de propriedade da Walt Disney Company, porque a divisão principal da Walt Disney Pictures rejeitou o projecto devido às partes muito sombrias do filme.
- Em 2006, uma versão remasterizada com a tecnologia Disney Digital 3D foi relançada em alguns cinemas nos Estados Unidos. Junto com ela, foi lançado um álbum duplo especial da banda sonora do filme. O disco apresenta versões covers das canções originais, interpretadas por artistas como Fall Out Boy e Panic! At The Disco.


(artigo baseado no artigo da Wikipedia
http://pt.wikipedia.org/wiki/O_estranho_mundo_de_jack)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

"O lado negro da força"




Johny Depp e Tim Burton regressam juntos - pois, então! -, desta vez para darem música em «Sweeney Todd», a lenda de um «serial killer». Será que Eduardo trocou as mãos de tesoura pela navalha de barbeiro?

Havia, mesmo antes de o filme começar a ser produzido, vários problemas. Uma situação que, geralmente, não podia ser premissa mais excelente quando a pessoa que tem de enfrentar a situação se chama Johny Depp. Nascido no Kentucky, há quase 45 anos, não teve o luxo das coisas fáceis. Filho de pais divorciados e carregando no corpo as cicatrizes que foram ficando de uma vida que chegu a pender para a atomutilação, o actor tem escolhido erguer uma carreira ao longo de obstáculos considerados intrasponíveis. (...) No caso do filme Sweeney Todd, o musical-quase-ópera que Stephen Sondheim escreveu em tinta de sangue, um dos problemas era o facto de Johny Depp, actor principal, não saber cantar. O homem diz mesmo que, antes deste filme, nunca tinha cantado uma canção do princípio ao fim, nem mesmo no chuveiro. Outro problema era a natureza da história. Imagina-se a reunião no quartel-general da Warner Bros, em Burbank: «O filme retrata cruelmente uma série de assassínio na Londres putrificada de antigamente, a personagem principal é um homicida maluco que depois usa a carne das vítimas para fazer tartes de carne picada, o canibalismo é enaltecido por umas quantas canções sem refrão fácil, o gajo que querem contratar nunca entoou sequer o hino nacional e, ainda por cima, o realizador quer fazer, basicamente, um filme a preto e branco? Claro, financiamos já!» Pois. Felizmente, neste caso, a encomenda foi entregue a uma parelha que adora missões impossíveis.

(...)

ACTUAL (revista do Expresso)

domingo, 3 de fevereiro de 2008

"De faca na liga"




Tim Burton pega no musical e esventra o género com elegância q.b., numa história de amor e sangue. O realizador explica porquê.


De todos os mestres americanos que, desde muito jovens, habitam confortavelmente a luz do cinema, Tim Burton talvez seja o que apresenta mais coerência. Não vagueia entre géneros. Faz o que sempre admirou como se tivesse entregue a alma ao encantamento negro que, desde miúdo, lhe toldou o coração. Treinado pela Disney até ao momento em que foi despedido porque os animaizinhos que ele desenhava, em vez de redondinhos e fofos, se pareciam mais com aquelas carcaças resequidas, no alcatrão da auto-estrada, o jovem Timothy Burton perseguiu a sua visão tétrica até conquistar os relutantes. Reanimou a animação, baptizou o Batman com um espírito realista, lutando sempre com a Warner Bros no sentido de dar ao herói contornos reais, antimusculados. Por onde quer que fosse criou tempestades, perturbando o universo cor-de-rosa do entretenimento tradicional. Hoje, num momento em que refaz o clássico "Alice no País das Maravilhas" e como se tivesse de provar, mais uma vez, que é capaz de compatibilizar o negrume das catacumbas existenciais e a felicidade risonha do sucesso de massas, pega no género musical e esventra-o com a elegância do costume. O filme chama-se Sneeney Todd. Defenitivamente não Sweetie Todd.

in ACTUAL (revista do Expresso)

sábado, 26 de janeiro de 2008

Roy, o Rapaz Pesticida







Chamávamos-lhe Roy,
nós que sabíamos da sua vida.
Por outros era conhecido
como o Rapaz Pesticida.

Gostava de amianto e amoníaco,
e muito fumo de cigarro.
Só de o seu ar inspirar
daria para sufocar!

O seu brinquedo preferido
era a laca de cabeleireiro;
sentava-se calmamente,
vaporizando o da inteiro.

Nas manhãs de geada,
metia-se na garagem
e escondia-se lá atrás,
à espera que arrancasse o carro
com uma lufada de gás.

Quando Roy se pôs a brincar
com cloreto de sódio,
foi a única vez na vida
que o vi a chorar.
Um dia puseram-no no jardim
para apanhar ar puro.
Roy ficou branco como cal
e completamente duro.
O último estertor da sua vida
foi penoso para o pesticida.
Quem diria que se morria
por causa da luz do dia?

A alma de Roy voou para o céu
deixando o corpo ao abandono.
E todos rezámos em silêncio
quando o vimos furar o ozono.
in A morte melacólica do rapaz ostra & outras estórias, de Tim Burton

sábado, 12 de janeiro de 2008

Pequena Biografia de Tim Burton


Timothy William Burton nasceu a 25 de Agosto de 1958 em Burbank, na California.
Iniciou a sua carreira como animador nos estúdios da Disney, o que lhe deu a oportunidade de desenvolver o primeiro projecto a solo, uma homenagem de seis minutos a Vincent Price, famoso actor de filmes de terror, intitulada simplesmente Vincent (1982).
Sempre inspirado pelos ambientes góticos de Edgar Allan Poe, Burton tem vindo a construir uma cinematografia visualmente poderosa e mágica, que recupera com frequência o tema do Natal e o Dia das Bruxas.
Após êxitos de bilheteira como Batman (1989), Eduardo Mãos de Tesoura (1990) e o Estranho Mundo de Jack (1992 - a sua primeira longa metragem de animação), entre outros, Burton assinou alguns flops comerciais que tornam a sua carreira mais aliciante.
in A Morte Melancólica do Rapaz Ostra & Outras Estórias