Bem vindos

Bem vindos ao nosso blog!

Neste blog poderão encontrar as nossas imagens preferidas e também alguns desenhos feitos por nós. Também poderão encontrar vídeos, músicas, e links para os nossos sites preferidos, bem como textos e as nossas citações favoritas. Enfim, tudo aquilo que faz de nós migofs...!

Esperamos que gostem e que comentem,

Inês e Matilde


Stephenie Meyer e a saga «Luz e Escuridão»

Em Fevereiro e Março vamos dedicar o nosso blog a Stephenie Meyer e, mais propriamente, à saga «Luz e Escuridão», a melhor saga romântica de todos os tempos...!
Quem já leu estes livros não lhes ficou indiferente, e nós juntámo-nos ao vasto número de fãs desta colecção. É por isso que, no nosso blog, poderão encontrar tudo o que acharmos sobre a autora, os livros e o filme, em gravação, do primeiro livro, Crepúsculo.

Não percam e não deixem de comentar!

Lady Of Sorrows e Miss Broken Heart

domingo, 3 de fevereiro de 2008

"De faca na liga"




Tim Burton pega no musical e esventra o género com elegância q.b., numa história de amor e sangue. O realizador explica porquê.


De todos os mestres americanos que, desde muito jovens, habitam confortavelmente a luz do cinema, Tim Burton talvez seja o que apresenta mais coerência. Não vagueia entre géneros. Faz o que sempre admirou como se tivesse entregue a alma ao encantamento negro que, desde miúdo, lhe toldou o coração. Treinado pela Disney até ao momento em que foi despedido porque os animaizinhos que ele desenhava, em vez de redondinhos e fofos, se pareciam mais com aquelas carcaças resequidas, no alcatrão da auto-estrada, o jovem Timothy Burton perseguiu a sua visão tétrica até conquistar os relutantes. Reanimou a animação, baptizou o Batman com um espírito realista, lutando sempre com a Warner Bros no sentido de dar ao herói contornos reais, antimusculados. Por onde quer que fosse criou tempestades, perturbando o universo cor-de-rosa do entretenimento tradicional. Hoje, num momento em que refaz o clássico "Alice no País das Maravilhas" e como se tivesse de provar, mais uma vez, que é capaz de compatibilizar o negrume das catacumbas existenciais e a felicidade risonha do sucesso de massas, pega no género musical e esventra-o com a elegância do costume. O filme chama-se Sneeney Todd. Defenitivamente não Sweetie Todd.

in ACTUAL (revista do Expresso)

Sem comentários: